“A indignacao do SINAPOL e dos profissionais da Polícia Nacional (PN) é que apesar de tanto tempo de espera para que o Governo cumprisse com o acordo assumido, o orçamento de Estado para 2024 aprovado, ainda com a confirmação do senhor ministro em vários momentos, de que os efectivos da PN iriam receber o reajuste salarial, com efeito retroativo desde Fevereiro do ano em curso. O Governo pagou apenas doze dias de retroativo, isto é, de 18 de Abril ao final do mesmo mês, relativo ao reajuste salarial dos profissionais da Polícia Nacional que trabalham arduamente e em condições precárias”, afirmou.
O SINAPOL ameaça com outras formas de luta, caso a situação não fique resolvida.
“O SINAPOL, acreditando ter havido um equívoco por parte do Governo, solicita a devolução aos profissionais do remanescente dos seus direitos, cumprindo desta feita o compromisso constante do memorando de entendimento assinado em Julho de 2018, sob pena de se partirem para uma outra forma de luta”, frisou Delgado.
O presidente da Confederação Cabo- Verdiana dos Sindicatos Livres (CCL), José Manuel Vaz, está preocupado com a actual situação da PN e apela ao Governo a que se sente à mesa com o sindicato da classe.
“A CCL vem acompanhando a luta do pessoal da Polícia Nacional, que começou em 2014/2015, e há uma evolução positiva desta luta. Já conseguiram passos importantes mas falta muito. De facto, nós também estamos preocupados, enquanto confederação sindical onde o SINAPOL está filiado, apelamos ao Governo para efectivamente sentarmos à mesa e resolvermos esta reivindicação básica”, apelou.
O SINAPOL pede prudência aos policiais e garante que vai se partir para outras formas de luta, consoante a vontade da classe.
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