O acordo estabelece a cooperação entre o ministério, através da Direcção-Geral da Política da Justiça, e a paróquia local, tendo como objectivo apoiar a concretização do projecto religioso e social na comunidade.
Durante o acto de assinatura, a ministra da Justiça, Joana Rosa, afirmou que a Igreja tem um papel relevante no trabalho junto das famílias e das comunidades.
“A Igreja é uma parceira fundamental, pois ela trabalha com as vulnerabilidades sociais, no sentido de garantir a dignidade das famílias e possamos ter sociedades de paz, de harmonia, cada vez mais unidas e mais conscientes das responsabilidades parentais, prevenindo assim a criminalidade e outros males sociais”, declarou.
A governante acrescentou ainda que o Estado deve apostar em iniciativas que contribuam para a estabilidade das famílias e a prevenção de problemas sociais.
“O Estado tem a obrigação de trabalhar projectos de prevenção da desestruturação familiar, de reinserção social e do empoderamento familiar. Uma sociedade digna deve ter acesso à educação, à saúde, à habitação e à diversão”, afirmou.
Segundo um comunicado do Ministério da Justiça , o protocolo terá a duração de um ano, podendo ser renovado, e inclui, além do apoio financeiro, a cooperação em áreas como a reinserção social e a prevenção da criminalidade, domínios em que as igrejas têm desempenhado um papel activo nas comunidades.
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