Isabel Moniz, em entrevista à Inforpress, no âmbito do Dia Internacional da Síndrome de Down, afirmou que este serviço “abrangeria toda a equipa multidisciplinar”, incluindo psicólogo, terapeuta da fala, neuropsicólogo, fisioterapeutas e acompanhamento psicopedagógico, contribuindo para a inclusão social e quebra de barreiras à integração.
Apesar dos avanços na sensibilização, alertou que “ainda nos deparamos com algum preconceito ao nível das escolas e da sociedade”, defendendo a continuidade do trabalho junto de comunidades, famílias e escolas.
A responsável sublinhou a falta de técnicos e de professores de apoio nas salas de aula, referindo que “ainda não temos o professor de apoio dentro da sala de aula”, medida que considera essencial para uma educação inclusiva.
“Ainda nós deparamos com algum preconceito a nível das escolas, a nível da sociedade, que às vezes também a própria família tenta esconder. Pelo que temos vindo a fazer esse trabalho de sensibilização em relação à discriminação”, afirmou .
A Colmeia acompanha actualmente 59 crianças e adolescentes, apoiando famílias vulneráveis, sendo o acesso a cuidados de saúde, intervenção precoce e educação inclusiva “vital” para o desenvolvimento do indivíduo.
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