O executivo entende que “os falecimentos ocorridos em decorrência deste fatídico massacre representam para as famílias, para o Governo e para toda a Nação cabo-verdiana perdas irreparáveis”.
O governo considera que o acontecimento é um dos mais “dolorosos” da história de Cabo Verde.
O luto nacional entrou em vigor à meia-noite de hoje, prolongando-se até às 24 horas de amanhã.
Autópsias
Entretanto, as autópsias aos corpos das vítimas do ataque em Monte Tchota começaram esta manhã, no Hospital Agostinho Neto, na Praia. Depois desse procedimento, os corpos serão entregues às famílias, para realização das cerimónias fúnebres. Os corpos das vítimas estrangeiras e naturais de outras ilhas serão transladados.
O suposto autor dos ataques continua a monte.
Onze pessoas morreram, oito militares e três civis (dois espanhóis e um cabo-verdinano) na sequência de um ataque no centro emissor e de comunicações de Monte Tchota, local que tem, em permanência, um destacamento militar. O governo acredita que o ataque foi realizado por um dos soldados do destacamento, por "motivações pessoais", segundo um comunicado lido ontem pelo Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha.
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