Artigos sobre Érica Silva
“O que o mar trouxe, o mar levou”
O ATCHA nasce como um espaço de criação, mas também de escuta. Um lugar onde a arte não começa na obra final, mas no que a antecede na investigação, no erro, na tentativa, na partilha, na entrega. Durante este período de residência, o tempo foi dilatado. Entre avanços e recuos, entre frustração e descoberta, construiu-se um território comum. Um lugar onde foi possível errar sem recuo, assumir o erro como matéria, e transformar dúvida em pensamento crítico. Aqui, os artistas trabalharam entre o isolamento e a comunidade. entre o silêncio e a troca. entre o gesto individual e a construção de um corpo colectivo. Érica Silva
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