Segundo o artista, o espectáculo propõe uma viagem afrofuturista para crianças e famílias, acompanhando um Afronauta que atravessa planetas e modos de vida ecológicos, combinando dança, videomapping, inteligência artificial e cosmologias africanas.
“Mais do que um espectáculo infantil, Buluku é uma afirmação artística e política sobre a necessidade de expandir o imaginário contemporâneo, deslocando narrativas eurocêntricas e abrindo espaço para outras cosmovisões”.
Para o artista, Buluku afirma-se como um espaço de convergência entre som, memória, tecnologia e cosmologia. O nome, simultaneamente sonoro e ancestral, abre um campo de criação onde imaginação, pedagogia e política cultural se entrelaçam.
Djam Neguin refere que o projecto propõe uma reflexão sobre o lugar da arte na construção de futuros possíveis. “Mais do que apresentar respostas fechadas, procura instaurar perguntas, abrindo caminhos para que o público participe na criação de novos imaginários, onde diversidade, inclusão e criatividade possam coexistir de forma expandida”.
O artista sublinha que o “Buluku” é um espectáculo cheio de aventuras. Viajamos pelo espaço com um afronauta curioso e brincalhão, que cria planetas, inventa danças e faz grandes perguntas, como: De onde vem o mundo?
No palco estarão brinquedos, imagens em movimento, luzes, sons e um corpo que brinca o tempo todo. Tudo se junta para criar mundos inspirados em antigas estórias de África sobre a origem do mundo.
“Em Buluku, não há respostas certas. Há imaginação, movimento e descoberta. Um espectáculo para crianças e adultos verem, sentirem e brincarmos juntos. Uma obra para a infância que cruza dança, performance, cosmologia africana e tecnologia digital, propondo uma experiência imersiva onde tradição e futuro coexistem”, aponta.
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