Segundo uma publicação na rede social do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, o objectivo é reforçar a formação de artistas emergentes e promover o contacto com práticas contemporâneas nas áreas de encenação, cenografia, iluminação, dramaturgia, figurinos, sonoplastia, entre outras.
A mesma fonte sublinha que o concurso responde à falta de oportunidades de formação para artistas emergentes dos PALOP e pretende reforçar o seu contacto com práticas e tendências contemporâneas das artes cénicas.
“São elegíveis cursos nas áreas de encenação e direcção artística, cenografia e espaço cénico, iluminação, sonoplastia, figurinos e caracterização, dramaturgia, entre outras, assegurados por formadores de reconhecido mérito, nacionais ou internacionais”, menciona.
As candidaturas decorrem até 31 deste mês e podem candidatar-se instituições de produção artística privadas, sem fins lucrativos, com sede em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique ou São Tomé e Príncipe, com actividade comprovada na cena artística do país.
Cada instituição pode apresentar apenas uma candidatura no âmbito do presente concurso. Os cursos devem ter uma duração mínima de duas semanas, realizar-se até 30 de Novembro de 2026 e ser orientados por formadores de reconhecido mérito na área das artes cénicas.
As instituições são apoiadas até ao valor máximo de 7 mil euros (771855,00 escudos), destinado exclusivamente a despesas elegíveis, nos termos definidos no Regulamento.
De acordo com o regulamento, apenas serão aceites candidaturas online. “Os candidatos devem fazer o seu registo, antes de submeter o formulário de candidatura".
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