O presidente da Venezuela foi raptado pelas forças norte-americanas em Caracas e transportado para Nova Iorque, onde foi detido e acusado de narcoterrorismo.
Hoje, o juiz norte-americano Alvin K. Hellerstein afirmou que o material do caso não pode ser partilhado com qualquer arguido que não tenha sido detido.
Segundo a estação norte-americana CNN, trata-se de mais um revés para Maduro e a mulher, Cilia Flores.
Ambos enfrentam acusações de tráfico de droga, branqueamento de capitais e corrupção, embora se tenham declarado inocentes.
A 26 de março, o juiz Hellerstein recusou-se a arquivar o caso, como solicitado pelos advogados, que insistem que os Estados Unidos estão a obstruir a defesa de Maduro e da mulher ao impedirem o Governo venezuelano de pagar os honorários do advogado devido às sanções.
O juiz afirmou na altura que uma decisão sobre o pagamento dos honorários vai ser anunciada em breve, mas salientou que a questão não invalida o processo.
Os procuradores norte-americanos continuam a acusar Maduro e Flores de terem saqueado a riqueza da Venezuela.
A Administração dos Estados Unidos já afirmou que vão ser apresentadas novas acusações.
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