Estas seis pessoas, incluindo um general de divisão reformado, são acusadas de terem conspirado "entre si para declarar guerra ao Estado a fim de intimidar o Presidente da República Federal", segundo o MP da Nigéria.
Em Outubro de 2025, o exército tinha anunciado que 16 oficiais tinham sido detidos por "problemas de indisciplina".
Na altura, apesar das negativas oficiais, fontes do Governo e do exército nigeriano tinham declarado à agência de notícias France-Presse (AFP) que esses oficiais tinham sido detidos por terem fomentado um golpe de Estado.
Em janeiro, o exército acabou por reconhecer a tentativa de golpe de Estado e anunciou que iria julgar vários oficiais acusados de planear a destituição do Presidente nigeriano, Bola Tinubu.
Os seis acusados deverão ser levados à Suprema Corte de Abuja na quarta-feira.
Esta tentativa de golpe de Estado havia levado o Presidente Tinubu a proceder a uma remodelação no Estado-Maior Superior do Exército.
Este julgamento ocorre num momento em que o prazo eleitoral de Janeiro de 2027 já mobiliza os círculos políticos.
O chefe de Estado candidatar-se-á a um segundo mandato e terá de defender as suas políticas após quatro anos no poder.
O país mais populoso de África enfrenta um aumento da insegurança e de ataques, de terroristas e de grupos criminosos localmente chamados "bandidos", que realizam ataques nas aldeias, saqueiam, matam e sequestram os habitantes por resgate.
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