Ataques a profissionais de saúde por parte de moradores revoltados, ceticismo entre alguns moradores locais e conflitos armados em áreas críticas continuam a dificultar os esforços para conter a propagação do vírus.
Dos 550 casos da doença confirmados até domingo, houve 101 mortes e 19 recuperações, de acordo com o mais recente relatório, divulgado na noite de segunda-feira.
No entanto, as autoridades acreditam que o número de casos possa ser maior.
O mais recente surto de Ébola é provocado pelo raro vírus Bundibugyo, que não possui vacina ou tratamento aprovado, ao contrário do vírus Zaire, responsável pela maioria dos 16 surtos anteriores da doença no Congo.
Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu o risco para a saúde decorrente da epidemia de Ébola no continente africano de "alto" para "baixo", com exceção da República Democrática do Congo, onde permanece "muito alto", e países vizinhos.
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