A governante refere que o prazo previsto para a instalação completa do Instituto é de 10 anos.
“Ainda estamos numa fase de implementação. Como sabem, a própria implementação é faseada. Está-se a trabalhar para num período temporal de 10 anos termos para a efectiva instalação do Instituto, isso porque requer muitos meios. Sendo certo que temos um limite temporal, mas vamos brevemente, adquirir equipamentos laboratoriais, considerando aquilo que é mais urgente, que são a realização das autópsias, depois a questão dos laboratórios de biologia e outros laboratórios necessários para o efetivo funcionamento do Instituto”, afirmou.
Joana Rosa explica que, para já, o instituto conta com a colaboração de estruturas de saúde e da própria Polícia Judiciária na realização de alguns exames laboratoriais.
A governante recorda a importância do Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses na concretização da justiça.
“A medicina legal é fundamental para assessorar os tribunais na realização da justiça, na realização de autópsias, exames médico-legais, exames corporais, a questão que tem a ver com a violação sexual, a questão também que tem a ver com a própria investigação de paternidade. Portanto, tem uma missão muito bem definida, clara, e que acaba por ser também fundamental na própria realização da justiça”, frisou.
O Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses é a entidade pública responsável pela prestação de serviços periciais médico-legais e forenses para auxiliar a administração da justiça no país. Foi criado oficialmente em 2023.
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