José Avelino falava à imprensa à margem da reunião, que teve lugar esta manhã na cidade da Praia.
“Quanto à materialização desses planos, naturalmente há necessidade de recursos humanos, materiais, financeiros e patrimoniais.No plano patrimonial, basta vermos o local onde estamos situados, fala-se muito nas condições de acessibilidade aos edifícios, situação que se coloca a todas as instituições públicas e privadas do país, mas particularmente no que toca à Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania, nota-se as condições na entrada. A Comissão Nacional para os Direitos Humanos interessa-se não apenas pela acessibilidade física, mas também por outras formas de acessibilidade que assegurem a credibilidade da instituição a nível nacional e garantam a realização e a efetivação das suas atividades”, afirmou.
O porta-voz reconheceu que nem todas as atividades programadas para o ano passado foram concluídas, mas garante que a sua execução continua em curso.
“O plano foi definido, nem todos os objetivos foram concluídos; há alguns aspetos que ficaram por concluir, mas que estão em curso. A Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania não para. Naturalmente, há aspetos que, de acordo com os recursos disponíveis, se resolvem, e outros que ficam por resolver paulatinamente”, frisou.
Nesta sexagésima nona reunião plenária da Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania, além do balanço das atividades do ano anterior, constam ainda da ordem do dia o programa de lançamento do audiolivro ‘50 Anos de Direitos Humanos em Cabo Verde’, bem como o funcionamento e a atualização dos Grupos de Trabalho Permanentes e Temporários.
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