Em conferência de imprensa para abordar a actual situação do sector público e privado da comunicação social e lançar um olhar sobre a cobertura mediática das Eleições Legislativas de 17 de Maio, o governante afirmou estarem asseguradas as condições ao nível dos profissionais, da logística e do financiamento, de modo a que os órgãos públicos de comunicação social possam dar um contributo importante para o processo eleitoral e para uma cobertura informativa de qualidade em todo o país.
“Uma boa cobertura significa dar o mesmo tratamento a todos os partidos políticos e a todos os candidatos, porque essa é a força de Cabo Verde. Os órgãos de comunicação social não têm compromisso com nenhum partido político; os profissionais da comunicação social têm um único compromisso: com a verdade”, afirmou Lourenço Lopes.
Quanto aos órgãos privados de comunicação social, o Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro frisou que existem protocolos estabelecidos no âmbito do processo eleitoral, nomeadamente no que se refere à emissão de tempos de antena, compensados financeiramente pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).
“Mas eu particularmente defendo que se deva ter um quadro que possa também garantir maiores recursos aos órgãos privados de comunicação social para a cobertura mediática de eleições em Cabo Verde”, ressaltou Lourenço Lopes.
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