Segundo o governante, a iniciativa contou com uma forte participação das instituições públicas, autarquias e parceiros, permitindo a realização de acções de limpeza e de sensibilização em praticamente todos os concelhos do país.
“O balanço que fazemos hoje é globalmente positivo. Assistimos a uma forte adesão institucional e a uma mobilização sem precedentes de diferentes sectores do Estado, das autarquias e da sociedade civil. Em praticamente todos os concelhos foram realizadas acções de limpeza e de sensibilização das comunidades. Este envolvimento demonstra que existe uma consciência colectiva sobre a importância da prevenção das doenças transmitidas por vectores.”
O ministro reconheceu, contudo, que um único dia de campanha não é suficiente para responder aos desafios da prevenção, defendendo a criação de uma cultura de participação contínua por parte das comunidades.
“A prevenção exige continuidade, acompanhamento e esforço permanente. Queremos que esta mobilização não se limite a um dia de campanha. Queremos criar uma verdadeira cultura de prevenção, assente em acções diárias nas comunidades e nos lares, porque só com a participação activa de cada cidadão conseguiremos proteger a saúde pública.”
De acordo com Lúcio Fernandes, a continuidade das acções de limpeza, vigilância e sensibilização será fundamental para consolidar os resultados alcançados no combate às doenças transmitidas por vectores em Cabo Verde.
“A campanha não termina hoje. Pelo contrário, o trabalho continuará nos próximos dias e nas próximas semanas, através das delegacias de saúde, das câmaras municipais e dos restantes parceiros. O nosso objectivo continua a ser muito claro: manter Cabo Verde livre da transmissão do paludismo, prevenir novos surtos de dengue e proteger a saúde das nossas populações.”
O ministro adiantou que será feita uma nova avaliação após as primeiras chuvas, para determinar a necessidade de promover novas acções de mobilização e prevenção em todo o território nacional.
homepage








