Num comunicado, o ICIEG condenou o alegado homicídio e reafirmou a sua posição de tolerância zero à VBG.
“Este caso interrompe um período de cinco anos sem registo de homicídios com base em VBG na Cidade da Praia, facto que reforça a necessidade de continuarmos a investir na sensibilização da sociedade, no reforço da celeridade de tratamento das denúncias de VBG, no reforço das medidas de prevenção e na melhoria contínua dos serviços de proteção e assistência às vítimas e às vítimas secundárias”, lê-se.
O ICIEG informou que já está em articulação com as entidades competentes para acompanhar o caso e que, em coordenação com o Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), está a prestar assistência psicológica às vítimas secundárias.
Segundo informações preliminares, o crime poderá ter ocorrido na presença da filha da vítima e de uma neta menor.
Também a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG) repudiou o alegado homicídio e considerou inadmissível que os lares continuem a transformar-se em cenários de violência contra as mulheres, independentemente da idade.
A associação exige às autoridades competentes uma investigação célere e rigorosa e a responsabilização do alegado agressor perante a lei.
Na noite de quarta-feira, 28, uma mulher de 64 anos terá sido morte pelo marido de 68 anos no bairro de Castelão, na cidade da Praia.
Segundo noticio a Record Cabo Verde, Celeste Cunha terá sofrido golpes de machadinho alegadamente na presença de uma das filhas e de três crianças.
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