“A Cooperação Luxemburguesa tem apoiado Cabo Verde no reforço da governança climática, na capacitação institucional e na implementação de acções locais de adaptação e resiliência, contribuindo para o cumprimento dos compromissos climáticos nacionais definidos na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) e no Plano Nacional de Adaptação”, detalhou.
Cabo Verde tem sido afectado por secas prolongadas, mas também por inundações repentinas, cuja severidade aumentou no último ano, a par das ameaças decorrentes da subida no nível do mar e da acidificação dos oceanos.
A gestão do arquipélago surge cada vez mais ligada a parâmetros de resistência a eventos extremos e alterações climáticas.
O documento técnico e financeiro actualizado do programa, bem como o Plano Operacional Anual para 2026, vão ser apreciados pela comissão de acompanhamento co-presidida pelo ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, e pelo embaixador do Luxemburgo em Cabo Verde, Jean-Marie Frentz.
“Esta actualização significa um aumento de 4,1 milhões de euros ao orçamento total, sendo agora de 14,6 milhões de Euros, e um orçamento de 2026 na ordem dos 4,25 milhões de Euros”, informou o Governo.
Cabo Verde ambiciona “promover uma acção climática eficaz, inclusiva e orientada para resultados, alinhada com as prioridades nacionais de desenvolvimento sustentável e com os desafios específicos de um pequeno Estado insular, continuando a contar para o efeito com parceria do Luxemburgo”, concluiu.
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