Subordinada ao tema “Democracia em África: Eleições, legitimidade e confiança democrática”, a iniciativa, segundo o vice-presidente do MpD, reunirá responsáveis políticos, académicos e especialistas nacionais e internacionais.
Entre os convidados, destacam-se o presidente da Internacional Democrata do Centro (IDC), Andrés Pastrana, e, de Portugal, o PSD, representado pelo seu secretário-geral, Hugo Soares. Estarão também presentes representantes dos centristas franceses e da IDC África, nomeadamente o antigo primeiro-ministro Albert Pahimi Padaqué e a ministra de Estado da Costa do Marfim, Anne Désirée Ouloto, bem como o secretário-geral adjunto do Partido Popular Europeu (PPE).
“Há hoje mais regimes autocráticos do que democráticos no mundo, pelo que é necessário, a partir de Cabo Verde, reflectir sobre os desafios da democracia e chegar a uma ‘Declaração da Praia’ que expresse as preocupações da IDC Internacional e do MpD”, afirmou Luís Filipe Tavares.
O programa estrutura-se em dois painéis centrais: o primeiro dedicado aos limites e riscos dos processos eleitorais como critério exclusivo de legitimidade, e o segundo orientado para soluções, com enfoque no reforço da confiança democrática, na transparência, na inclusão social e nas oportunidades para a juventude.
A sessão de abertura contará com intervenções de enquadramento político e institucional, incluindo o presidente do MpD e primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva. A conferência culminará com a apresentação da “Declaração da Praia”, documento que sintetiza as principais conclusões e recomendações do encontro.
“Estamos a assinalar 36 anos de existência enquanto partido, período em que o MpD tem sido fundamental para a consolidação do Estado de Direito em Cabo Verde. Perante a conjuntura internacional, entendemos que este é um momento para reflectir sobre a democracia africana, as eleições, a legitimidade democrática, a participação dos cidadãos e a boa governação”, enfatizou o vice-presidente do MpD, Luís Filipe Tavares.
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