Neste sentido, o Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas (MCIC) Augusto Veiga encontra-se em Moçambique, para participar da cerimônia de encerramento do Procultura I e tomar a coordenação técnica de Procultura II.
A cerimónia de encerramento da Procultura I decorre de hoje, 4, até 7 deste mês.
Segundo uma nota do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, a assunção desta coordenação decorre do posicionamento estratégico de Cabo Verde em acolher e liderar este projecto regional, reforçando o seu compromisso com a integração cultural, a cooperação internacional e a consolidação de políticas públicas que promovam as indústrias culturais e criativas.
“Com esta liderança, Cabo Verde afirma-se como ator central na arquitetura da cooperação cultural no espaço PALOP-TL, consolidando o seu papel na definição de agendas, na mobilização de recursos e na promoção de um ecossistema cultural mais estruturado, competitivo e sustentável”, destaca.
A mesma fonte realça que o certame reúne parceiros, decisores públicos, artistas e profissionais da cultura para uma reflexão aprofundada e um balanço do impacto e dos resultados alcançados ao longo dos sete anos de implementação do Procultura I.
Numa entrevista à RCV, o Ministro da Cultura disse que se candidatou para assumir a coordenação técnica do Procultura II e foi aceito pela coordenação moçambicana, pelo Instituto Camões e pela União Europeia.
“Foi-nos comunicado no mês passado de forma oficial, e neste momento estão a encerrar o Procultura I, de forma oficial, e fomos convidados pelo Governo de Moçambique para estar aqui presente. Vamos assistir ao encerramento e vamos começar a trabalhar para receber a coordenação técnica de Procultura II”, explica.
A Procultura I é financiada pela União Europeia e visa promover o emprego e actividades geradoras de rendimento, no sector cultural nos países de língua oficial portuguesa e em Timor Leste.
Conforme o governante, a sua implementação inclui subvenções, apoio e iniciativas nos sectores da música, artes cênicas, literatura infantil e juvenil, nos países envolvidos.
“Estando a coordenação em Cabo Verde, consegue-se atrair mais financiamento para projectos culturais e indústrias criativas para o país”, assegura.
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