Numa nota divulgada no seu Facebook, o chefe de Estado enfatizou a dimensão literária do autor, sublinhando que deixa uma vasta obra que prenuncia a sua imortalidade.
“Deixa uma vasta obra que prenuncia a sua imortalidade”, escreveu, José Maria Neves.
O escritor português António Lobo Antunes, um dos nomes mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea e vencedor do Prémio Camões em 2007,morreu esta quinta-feira aos 83 anos.
Estreou-se no romance em 1979 com Memória de Elefante, obra que abriu caminho para uma carreira literária singular, caracterizada por uma escrita intensa e experimental, frequentemente centrada em temas como a memória, a guerra, a família e a sociedade portuguesa. Entre os seus livros mais conhecidos encontram-se Os Cus de Judas, Conhecimento do Inferno, O Manual dos Inquisidores e Que Farei Quando Tudo Arde?.
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