Segundo o CNAD, com esta exposição, o artista, que nasceu e cresceu em Mindelo, explora as relações entre memória, identidade, música e território.
“Através de fotografias de arquivo familiar, materiais resgatados de cascos de barcos e paisagens sonoras, a instalação evoca histórias, encontros e influências musicais que atravessam gerações e fazem parte da memória coletiva cabo-verdiana”, refere.
Conforme a mesma fonte, “Sonora” propõe uma reflexão sensível sobre a casa, a ilha e as memórias que permanecem, mesmo quando os caminhos nos levam para longe.
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