Destaques da edição 924

PorExpresso das Ilhas,14 ago 2019 0:10

Nesta edição, o Expresso das Ilhas destaca a entrevista com Elísio Macamo, da Universidade de Basileia: “Os ODS são parte duma máquina de infantilização dos nossos países”. Elísio Macamo nasceu e cresceu em Moçambique.

Professor catedrático de sociologia e estudos africanos, na Universidade de Basileia, na Suíça. Já leccionou na Universidade de Cabo Verde. Ao Expresso das Ilhas, critica os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) enquanto programa de acção e defende que a chave para o desenvolvimento não passa apenas por fazer bem, mas por saber lidar com as consequências das decisões que se tomam.

Também neste número, Ano lectivo 2019/2020: Sindicatos com reservas quanto a promessas de início de aulas sem sobressaltos. O Ministério da Educação afirma estar convicto de que tudo o que está já a ser feito vai garantir um início do ano lectivo tranquilo. Já outros “actores” da Educação, nomeadamente os sindicatos, mostram-se esperançosos de que tal aconteça, mas manifestam alguma reserva quanto às promessas da tutela. Entretanto, foram já analisadas as avaliações do ano lectivo que acabou, com vista a identificar e colmatar os pontos fracos do sistema educativos.

14 Agosto – Dia do Combate à Poluição: “Provedor da Praia” alerta para a falta de disciplina ambiental nas praias da capital. O verão chegou e com ele o desejo de passar o dia nas praias. Entretanto, muitos acabam por poluir as zonas balneares, fazendo com que os lixos nos areais estraguem os momentos de lazer. Tudo isto leva o “Provedor da Praia” a apelar para mudanças de comportamentos.

O papel cada vez maior das empresas de segurança privada em África: As empresas privadas de segurança e militares são presença regular em conflitos em todo o mundo. Em África, essas corporações começaram a ser mais visíveis com o papel que tiveram nas guerras civis em Angola e na Serra Leoa. Ultimamente, relatórios mostraram que o governo nigeriano contratou várias empresas para ajudar nos esforços de contrainsurgência contra o Boko Haram. Mais recente no continente é a presença do grupo russo Wagner, que esteve activamente envolvido no Sudão e na República Centro-Africana. Vários peritos defendem que a vinda da empresa russa simboliza uma viragem na política externa do Kremlin, que volta a olhar para África.

Na cultura: Dina Salústio e Vera Duarte. Vera Duarte e Dina Salústio são seguramente as duas autoras cabo-verdianas com maior projecção internacional. As suas obras têm sido distinguidas em diversas ocasiões e são estudadas em várias universidades estrangeiras. Antes da partida para o Brasil onde vão participar de 12 a 25 de Agosto em diversas actividades literárias, o Expresso das Ilhas conversou com as escritoras sobre vários tópicos ligados à literatura cabo-verdiana, desde a sua almejada internacionalização até à complexidade e os desafios da escrita no feminino.

No interior, a opinião de Eurídice Monteiro, Toni Morrison, preta nobel; de Casimiro de Pina, Sobre o tal “socialismo” que deu certo!; e de Manuel Brito-Semedo, Djunga conta a história de Soncente.

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Autoria:Expresso das Ilhas,14 ago 2019 0:10

Editado porDulcina Mendes  em  15 ago 2019 8:00

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