Donald Trump afirmou que Washington foi contactado "pela outra parte", que quer "chegar a um acordo", e o seu 'vice', JD Vance, presente nas negociações goradas no fim de semana em Islamabade, declarou haver "algum progresso".
Por seu turno, um alto responsável do grupo islamista radical pró-iraniano do Líbano Hezbollah disse que aquele movimento armado não vai acatar qualquer acordo que possa acontecer nas negociações entre o governo libanês e o congénere israelita, previstas para terça-feira, em Washington.
As autoridades libanesas esperam intermediar um cessar-fogo na guerra que dura desde 02 de Fevereiro entre as forças armadas israelitas e o Hezbollah e que já matou pelo menos 2.089 pessoas no Líbano.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o objetivo é o desarmamento do grupo xiita libanês e não negociar uma trégua, com vista a um acordo de paz, sim, mas entre Líbano e Israel.
Entretanto, o bloqueio imposto pelos EUA aos portos iranianos, que começou segunda-feira, e a ameaça de retaliação do Irão criaram novo impasse, ameaçando ainda mais a economia global, sobretudo quanto aos transportes marítimos na região do golfo Pérsico.
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