A segunda fase do concurso de construção “abrange três consórcios de empresas pré-qualificadas: Vinci/Cobra, Teixeira Duarte/Empreitel e o Conduril/Gabriel Couto”, lê-se em comunicado.
A obra financiada pela União Europeia (UE) vai usar energia renovável que não estiver a ser consumida (por exemplo, eólica, à noite) para encher uma barragem, junto à Cidade Velha, que depois será aberta para gerar electricidade de origem hídrica.
A obra vai permitir a Cabo Verde ter 50% da electricidade produzida a partir de fontes renováveis até 2030.
Os consórcios têm dois meses para submeter propostas para os projectos detalhados de engenharia e construção.
A albufeira e respectiva central terão uma capacidade de 20 MW de potência e 179 MWh de capacidade de armazenamento de energia, uma unidade de dessalinização, bem como uma linha de transmissão em alta-tensão de 60 kV com cerca de 18 quilómetros de extensão e respectiva subestação.
A obra é apoiada em 60 milhões de euros pelo Banco Europeu de Investimentos e faz parte do pacote Global Gateway da UE em Cabo Verde (que totaliza 378 milhões de euros).
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