“Ambicionamos avançar em áreas centrais da governação, como a modernização do Estado, a transformação digital, ação climática, a descentralização, a coesão territorial, a juventude e o capital humano, criando oportunidades económicas sustentáveis para todos os cabo-verdianos” , afirma.
O chefe do Governo defende o reforço das medidas de adaptação às alterações climáticas e a mobilização de financiamento climático para responder às vulnerabilidades de Cabo Verde.
“É urgente fortalecer a adaptação às alterações climáticas e a mobilização de financiamento climático para os pequenos Estados insulares. A transição para uma economia mais verde e resiliente é, sem dúvida, uma oportunidade de modernização económica, criação de emprego e afirmação de Cabo Verde no mundo. E, sendo um país onde 99% do território é mar, reconhecemos o seu imenso potencial para o crescimento, a criação de empregos e a segurança alimentar”, defende.
Francisco Carvalho espera contar com a parceria das Nações Unidas para reforçar a descentralização, a coesão territorial e o desenvolvimento local.
Por seu lado, a Coordenadora-Residente das Nações Unidas, Patricia Portela de Souza, defende uma parceria mais próxima com o Governo, com prioridades definidas em conjunto e ações focadas em resultados concretos para o país.
“É preciso passar de uma abordagem centrada em projetos para uma abordagem mais sistémica, orientada para grandes resultados estratégicos do país. Isso significa trabalhar ainda mais estreitamente com o Governo desde o início, definir conjuntamente as prioridades, identificar resultados transformadores e mobilizar, em conjunto, a experiência, o apoio técnico e os recursos necessários”, diz.
A reunião acontece no início de funções do novo Governo e pretende abrir uma nova etapa na parceria entre Cabo Verde e as Nações Unidas.
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