A garantia foi dada pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga, durante uma sessão de socialização promovida pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas (MCIC), através do Instituto do Património Cultural (IPC), com antigos presos políticos e representantes da Associação dos Combatentes da Liberdade da Pátria (ACOLP), segundo um comunicado do governo.
Segundo o governante, a candidatura constitui um desígnio nacional e uma prioridade estratégica do Governo de Cabo Verde no domínio da valorização, preservação e internacionalização do património histórico e memorial do país.
Durante o encontro, os antigos presos políticos partilharam testemunhos sobre o período de reclusão, contributos considerados essenciais para o reforço técnico e histórico do dossiê de candidatura.
Augusto Veiga destacou ainda que esta etapa integra um processo mais amplo, estando prevista a realização de uma conferência internacional com a participação de antigos presos e especialistas provenientes da Guiné-Bissau, Portugal e Angola, com o objectivo de aprofundar o debate em torno da candidatura.
O MCIC reafirma, assim, o compromisso de conduzir um processo rigoroso, participativo e alinhado com os critérios internacionais, visando o reconhecimento do antigo Campo de Concentração de Tarrafal como Património Mundial, consolidando-o como espaço de memória, educação e promoção dos valores universais de liberdade, dignidade humana e direitos humanos.
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