Governo chinês defende reputação da Huawei após detenção de diretor na Polónia

PorExpresso das Ilhas, Lusa,17 jan 2019 8:25

O Governo chinês defendeu esta semana a reputação da gigante das telecomunicações Huawei, após a detenção do director de vendas da empresa na Polónia, acusado de espionagem e, entretanto, despedido.

“É um caso individual, esperamos que o lado polaco possa organizar visitas consulares, e que o julgamento decorra de acordo com a lei, e respeite os direitos e interesses legítimos da pessoa envolvida”, disse a porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Hua Chunying.

O governo polaco anunciou, na sexta-feira, as detenções do cidadão chinês Wang Weijing e do polaco Piotr D., um antigo funcionário dos serviços secretos da Polónia, que trabalhou, no passado, na empresa de telecomunicações Orange, e que é também acusado de espionagem.

Wang era o responsável pelas vendas da divisão da Huawei na Polónia e, segundo a sua página oficial na rede Linkedin, trabalhou como assistente do cônsul geral chinês na cidade de Danzigue, durante mais de quatro anos, antes de entrar para os quadros da Huawei.

Questionada sobre as notícias de que a Polónia está a considerar restringir o uso dos produtos da Huawei em organismos públicos do país, a porta-voz defendeu a empresa chinesa.

“Apenas através dos factos e evidências podemos julgar quais são as empresas que representam uma ameaça à segurança nacional; acredito que a reputação da Huawei é reconhecida pelos seus parceiros e esperamos que as partes relevantes possam parar de difamar e coibir a Huawei e outras empresas chinesas”, acrescentou a porta-voz.

O Governo chinês permanecerá em contacto com as autoridades polacas para acompanhar o caso, depois de membros da embaixada chinesa na Polónia se terem reunido na sexta-feira passada com membros do ministério polaco dos Negócios Estrangeiros, disse.

Wang era o responsável pelas vendas da divisão da Huawei na Polónia e, segundo a sua página oficial na rede Linkedin, trabalhou como assistente do cônsul geral chinês na cidade de Danzigue, durante mais de quatro anos, antes de entrar para os quadros da Huawei.

Questionada sobre as notícias de que a Polónia está a considerar restringir o uso dos produtos da Huawei em organismos públicos do país, a porta-voz defendeu a empresa chinesa.

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Autoria:Expresso das Ilhas, Lusa,17 jan 2019 8:25

Editado porNuno Andrade Ferreira  em  7 out 2019 23:22

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