O sindicato considera que o atraso na publicação da lista não deve ser tratado como uma mera questão administrativa, uma vez que envolve professores e famílias que precisam de organizar as suas vidas.
Segundo o SINDPROF, os docentes precisam de saber, com a devida antecedência, onde irão exercer as suas funções, de modo a poderem organizar a residência, as deslocações, a vida familiar e outras questões pessoais e profissionais decorrentes da mudança de escola ou de localidade.
“Não é razoável que o ano lectivo comece e os professores continuem sem uma informação que é essencial para a organização da sua vida”, defende o sindicato.
O SINDPROF afirma que continuará a exigir respostas ao Ministério da Educação, e defende que transparência, previsibilidade e respeito pelos professores também fazem parte da boa gestão da Educação.
Foto: depositphotos
homepage










