13ª Edição de Maio Doc acontece de 25 a 30 deste mês na ALAIM

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,22 mai 2020 11:30

A 13ª edição da mostra de cinema documental do Centro Cultural Português do Mindelo (CCPM), Maio Doc, acontece de 25 a 30 deste mês e vai contar com assistência presencial, na Academia Livre das Artes Integradas do Mindelo (ALAIM), com medidas de precaução e lotação limitada.

Segundo o director do CCPM, João Branco, em declarações à Inforpress, a 13ª edição deste ciclo de cinema não deixará de acontecer e contará com cinco filmes de países lusófonos e estrangeiros, “quase todos” em estreia em Cabo Verde.

Conforme a mesma fonte, o evento que acontece normalmente nas instalações do centro, desta vez realiza-se na Academia Livre das Artes Integradas do Mindelo, o que permite ter muito mais espaço para o distanciamento social.

“Vamos tomar todas as medidas de precaução, desde disponibilização de álcool gel na entrada para higienização das mãos, distanciamento social e ainda diminuir a lotação”, assegurou João Branco, adiantando que a sala reservada, com capacidade para 200 pessoas, vai ser ocupada com um quarto deste número.

“Será uma forma das pessoas retomarem aos poucos a vida social e cultural fora da porta das suas casas”, sublinhou o responsável, que tranquiliza as pessoas para aproveitarem o Maio Doc, já que “vão ser garantidas todas as medidas de conforto e segurança”.

Além disso, segundo João Branco, outra das razões para participar no ciclo de cinema documental será, com certeza, os filmes escolhidos pelo curador Rui Simões, maioria em estreia no país.

“O único que não será estreia é ‘Kmedeus’, mas é um filme documentário que fala de Mindelo e que não poderia ficar de fora precisamente de uma mostra de cinema documental”, assinalou João Branco, elogiando este filme do realizador cabo-verdiano Nuno Miranda.

Além de “Kmedeus”, o Maio Doc, agendado de 25 a 30 deste mês, é composto pelo “Elinga” de Paulo Azevedo (Angola), “A Dança das Máscaras” de Sara Gouveia (Portugal/África do Sul), “Via Cipriano” de Lea Schedule (Itália/Alemanha) e “To Sama” de Waad Al-Kateab, Edward Watts (Síria).

João Branco informou ainda que a biblioteca do CCPM já foi reaberta ao público, com todas as medidas de prevenção do novo coronavírus impostas asseguradas.

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,22 mai 2020 11:30

Editado porSara Almeida  em  31 mai 2020 8:19

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