Estado concessiona serviços petrolíferos à ENACOL por 30 anos

PorAndre Amaral,20 jun 2019 14:36

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Abílio Madalena, director-geral da petrolífera nacional, quer que a empresa continue a "colaborar para o desenvolvimento do negócio e obviamente do país". Cerimónia de assinatura do contrato de concessão decorreu hoje, no Ministério das Finanças.

O Estado e a ENACOL assinaram hoje um contrato de concessão em que ficam regulamentados os termos das "actividades económicas de importação, armazenagem, transporte, distribuição, comercialização de petróleo e seus derivados, em todo o território nacional, incluindo o fornecimento de combustíveis à aviação, bunkering à marinha internacional, além da gestão e utilização de instalações petrolíferas, que detém ou venha a deter no país".

No final da cerimónia, Abílio Madalena, director-geral da ENACOL explicou que "a assinatura deste contrato é mais um passo na caminhada que empresa vem dando em Cabo Verde e significa a continuidade do interesse em colaborar para o desenvolvimento do negócio e obviamente do país".

Para aquele responsável, foi dado "um passo muito importante". 

"Temos um contrato de concessão para os próximos 30 anos. Uma longa vida pela frente, muitos projectos, muito investimento, portanto, satisfaz-nos e deixa-nos muito orgulhosos podermos continuar a desenvolver a nossa actividade".

Para o futuro mais próximo, os responsáveis da ENACOL querem "continuar no desenvolvimento do negócio e nos próximos anos queremos continuar a fazer o trabalho de adequação e desenvolvimento da infraestrutura logística de novos padrões de qualidade e segurança, incorporando sempre uma componente de sustentabilidade e segurança".

"É fundamental fazer os portos mais competitivos a nível da qualidade do serviço e das infra-estruturas"

"Um país, dez ilhas, a mesma energia" é a assinatura com que a Enacol se apresenta aos consumidores, depois de um processo de renovação da imagem corporativa. A empresa, que opera tradicionalmente no sector dos combustíveis fósseis, diz-se atenta às novas tendências do mercado.

De acordo com o Governo, através de comunicado, o contrato de concessão "salvaguarda o interesse nacional no que diz respeito aos aspectos fundamentais do serviço público e de segurança do abastecimento, garante a adequação ao quadro legal actual e assim protegr o interesse da Enacol e reserva ao Estado a possibilidade de exercer com eficácia e eficiência o seu papel regulador que lhe é reconhecido por lei".

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Autoria:Andre Amaral,20 jun 2019 14:36

Editado porNuno Andrade Ferreira  em  21 jun 2019 9:49

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