CV Interilhas satisfeita com os resultados alcançados no primeiro ano de actividade

PorDulcina Mendes,21 ago 2020 17:16

Em comunicado, a empresa pertencente ao Grupo ETE destaca que está satisfeita com os resultados alcançados, no primeiro ano de actividade em Cabo Verde. A CV Interilhas, concessionária do transporte marítimo de passageiros e carga inter-ilhas em Cabo Verde começou a sua operação no país há cerca de um ano, a 15 de Agosto de 2019.

Hoje, em jeito de balanço, a empresa informa que realizou mais de 4.100 viagens , 424.000 passageiros e 160.000 toneladas de carga transportados , das quais 40 mil viaturas, chegou a ilhas onde anteriormente não se chegava, promovendo a mobilidade com frequência entre as ilhas, das populações e dos agentes económicos, contribuindo em larga escala para o seu desenvolvimento.

Conforme a mesma fonte, a aposta na Inovação, Segurança e Recursos Humanos foi factor-chave de sucesso. “A aposta feita na inovação, segurança e nos recursos humanos como factores-chave de sucesso da sua actividade. Da inovação fazem parte a reformulação do sistema de bilhética, permitindo um controlo mais rigoroso do número de passageiros e da carga transportada cumprindo com a lotação prevista dos navios e reforçando a segurança no transporte dos passageiros”.

A empresa refere o mais recente sistema de check-in - smart boarding, a abertura de mais de 40 postos de venda em todo o arquipélago, com destaque ao posto de venda no Plateau, na cidade da Praia, dotado de um sistema automático de senhas e ainda os serviços de call center registando um atendimento médio superior a 55 mil chamadas (e incluindo avisos aos passageiros por SMS), que muito contribuíram para a eficiência do serviço prestado pela empresa.

Outra inovação, conforme indicou, foi a introdução de novos navios na sua frota: SAN GWANN e Chiquinho BL, que vieram reforçar o conforto, a segurança, a fiabilidade e a capacidade do serviço de transportes marítimos de passageiros e carga, possibilitando (mesmo que temporariamente, no caso do navio SAN GWANN) uma maior mobilidade de pessoas e cargas.

A CV Interilhas destaca também a segurança como pilar da sua actividade, tendo reforçado a mesma, com a pandemia da COVID-19.

“Quando se iniciaram as actividades, manter padrões de segurança, fiabilidade do serviço e satisfação dos utentes era a prioridade, acima de tudo. E isto só é possível quando apostamos fortemente na qualidade dos nossos profissionais: nas equipas multidisciplinares que temos (administrativos e operacionais), na certificação que fazemos dos nossos marítimos e dos nossos navios certificações reconhecidas a nível internacional, e que eleva a nossa capacidade técnica de actuação, estando os resultados à vista: as pessoas hoje viajam com segurança e com regularidade, para além de que têm acesso prévio à calendarização das viagens podendo organizar melhor o seu tempo”, indica Paulo Lopes, Administrador Delegado do Grupo ETE em Cabo Verde.

Para Paulo Lopes mesmo na situação de pandemia que estamos a viver, a CV Interilhas manteve-se sempre operacional. “Ao longo do Estado de Emergência em Cabo Verde, mantivemos sempre uma estreita colaboração com as autoridades locais e de protecção civil ao serviço das populações das várias ilhas, garantindo a evacuação dos casos de emergência e o abastecimento regular de todas as ilhas.“

Assim mesmo em tempos de pandemia, durante o Estado de Emergência que decorreu entre 29 de Março e 11 de Maio, em Cabo Verde, sempre foi prioridade da CV Interilhas manter a mobilidade das populações e dos agentes económicos, ainda que com elevadas restrições e regras de prevenção contra a COVID-19, garante.

A empresa transportou, mesmo com lotação reduzida em 50%, só nesse período mais de 9200 toneladas de carga transportadas e 750 passageiros (devidamente testados e com autorizações especiais do Ministério da Administração Interna), entre os quais 60 pessoas evacuadas a pedido da protecção civil.

Conforme indicou o forte compromisso de carácter social assumido pela empresa em proporcionar às populações, mesmo em período de crise sanitária, a satisfação das suas necessidades mais básicas, em termos de abastecimento de produtos essenciais, quer de saúde, quer alimentares.

Paulo Lopes relembrou que “perante os tempos desafiantes que vivemos com a pandemia da COVID-19 é também aqui importante reforçar a segurança pela qual pautamos a nossa actividade. Manter navios operacionais, requer elevados padrões de segurança a bordo. Numa actividade que envolve pessoas, ainda mais.

E explicou que a capacidade técnica das equipas, mas também o seu esforço e dedicação, são reconhecidos como o pilar para que tudo continuasse a funcionar e bem.

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Autoria:Dulcina Mendes,21 ago 2020 17:16

Editado porSara Almeida  em  3 jun 2021 23:21

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