Nicusor Dan afirmou que o equipamento inclui aeronaves de reabastecimento em voo, sistemas de seguimento e instalações de comunicação por satélite, que deverão ser instalados no país no âmbito do sistema de defesa antimíssil de Deveselu, no sul da Roménia.
De acordo com a imprensa romena, Washington pediu também o envio de forças adicionais, incluindo aviões de combate e outros equipamentos, para a base aérea da NATO de Mihail Kogalniceanu, situada perto da costa do mar Negro.
A decisão romena, adotada pelo Conselho Supremo de Defesa Nacional, órgão que reúne o Presidente, o primeiro-ministro e vários ministros, terá ainda de ser ratificada pelo Parlamento romeno.
"Estes dispositivos são defensivos e não estão equipados com armamento propriamente dito. Em termos técnicos, são chamados de dispositivos não cinéticos", disse Nicusor Dan aos jornalistas.
O chefe de Estado romeno acrescentou que o envio do equipamento baseia-se no acordo de parceria estratégica entre a Roménia e os Estados Unidos.
"Trata-se de uma colaboração entre a Roménia e os Estados Unidos semelhante à que outros países da NATO estão a realizar", disse Dan.
A Roménia integra a NATO desde 2004.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar de grande escala contra o Irão, que respondeu com ataques contra bases norte-americanas e alvos israelitas na região.
A guerra causou o receio de uma crise económica global devido às perturbações nos mercados de energia e de transportes de mercadorias e passageiros, tanto marítimos como aéreos.
Foto: depositphotos
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