Governo cria portal ‘online’ para facilitar emissão documentos nos serviços de consulados

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,2 set 2020 16:24

O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou hoje que já está a funcionar um portal ‘online’ que visa facilitar a emissão de qualquer documento e de passaporte em todos os serviços consulados e missões diplomáticas cabo-verdianas no mundo.

Luís Filipe Tavares fez este anúncio durante um encontro que manteve hoje com 10 estudantes que regressaram do Brasil no dia 24 num voo de repatriamento, que trouxe 140 estudantes.

Conforme adiantou, este portal ‘online’, é um projecto de modernização do funcionamento do serviço consulares de Cabo Verde nas embaixadas e missões diplomáticas em todo mundo e visa servir cada vez melhor a comunidade cabo-verdiana.

Neste momento, informou o ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, alguns serviços já estão a funcionar e ainda estão a trabalhar para resolver alguns problemas técnicos, relacionados com dados biométricos e fotografia digital, para que possam também emitir passaporte ‘online’.

“São questões de foro tecnológico e o nosso propósito é fazer o passaporte e, não só, coloca-los disponíveis na nossa missão diplomática para que os cabo-verdianos os possam levantar, mas também enviar para os endereços de cada um, ou seja, com o porte pago vamos trabalhar para que o cidadão possa receber o seu passaporte em casa, isso tornará o serviço muito mais fácil”, afirmou.

O governante informou ainda que estão a digitalizar toda a documentação existente nos serviços consulares para facilitar o tratamento administrativo dos processos e praticamente todos os serviços consulares vão estar ‘online’.

“Hoje questões como transcrições diversas, divórcios, casamentos, óbitos e toda panóplia de serviços consulares que nós prestamos em todas as nossas missões diplomáticas, tudo isto está a ser informatizado, modernizado e hoje, graças a Deus, ninguém dorme nas nossas embaixadas”, disse, enfatizando que as filas que existiam em 2015/16 de pessoas a dormirem nas embaixadas à espera de uma senha já não existem mais.

Com este processo, frisou Luís Filipe Tavares, as pessoas dirigem as embaixadas, fazem a recolha dos dados biométricos e depois de três a seis dias vão disponibilizar os passaportes ou os documentos solicitados nas embaixadas.

Fez referência que já foram feitos mais de 80 mil passaportes electrónicos na diáspora.

Este trabalho de modernização dos serviços está a ser feito em colaboração com a Embaixada de Portugal, o Núcleo Operacional da Sociedade de Informação (NOSi) e o Sistema Nacional de Identificação e Autenticação Civil (SNIAC).

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,2 set 2020 16:24

Editado porSara Almeida  em  20 abr 2021 23:21

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