Segundo o HUAN, atitudes desta natureza, a confirmarem-se, são veementemente condenadas, por não dignificarem a prática hospitalar nem a missão da instituição, centrada no atendimento e tratamento dos utentes com eficácia, eficiência e qualidade.
O Conselho de Administração assegura que, caso se confirmem as denúncias, os envolvidos serão devidamente responsabilizados, dentro do quadro legal vigente e dos estatutos da instituição.
Paralelamente à investigação, o hospital garante que serão adoptadas medidas estruturantes para prevenir situações semelhantes e promover um ambiente de trabalho harmonioso.
Entre as acções anunciadas estão o reforço da formação contínua, com enfoque na ética profissional e no trabalho em equipa, bem como a implementação de um apoio reforçado do serviço de Psicologia, destinado à mediação de conflitos internos e à gestão do stress em contexto hospitalar.
A administração reiterou ainda a responsabilidade dos dirigentes de cada serviço em assegurar o normal funcionamento das unidades sob a sua tutela, informando que a fiscalização será intensificada para garantir o cumprimento das obrigações estatutárias de cuidado e respeito entre colegas, sempre ao serviço do utente.
De referir que circulam no Facebook informação sobre uma alegada briga entre duas enfermeiras do Hospital Agostinho Neto, envolvendo agressões físicas, situação que terá causado perturbação entre os doentes, incluindo a ameaça de um deles de saltar pela janela.
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