“Em toda a esfera, mesmo no nível dos dados, quer do ICCA, quer do Ministério Público, também houve uma diminuição significativa, comparando com 2024”, refere.
Segundo informações avançadas pelo responsável, a maioria dos casos envolve vítimas entre os 13 e os 17 anos.
“Das vítimas de 2 aos 12 anos temos tendência para intrafamiliar, ou seja, são mais ao nível de pai, padrasto, avós, tio, primo. Nesse caso, também no ano passado, em 2025, entrou na estatística duas mulheres, particularmente a nível da madrasta, que entrou na estatística do ICCA. Fora do contexto familiar de 3 a 17 anos, que é praticamente a média, temos sobretudo parceiro íntimo e também vizinhos. São perfis dos agressores que o ICCA tem estado a receber denuncia“, aponta.
Nilson Mendes afirma que as atividades do Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes em Cabo Verde foram positivas.
“Na questão das atividades, sobretudo a intensidade de campanha na comunidade, foi um grande ganho que houve, intersetorial, sobretudo com ligações a comitês municipais a nível nacional, de Santo Antão à Brava, mas também um destaque fundamental foi no setor do turismo, que foi dado também a campanha de sensibilização através da campanha Proteja, com as ações de formações e também a curta de segurança, nomeadamente polícias nacionais, polícias judiciárias, polícias municipais também. E tudo isso são atividades que foram enquadradas no plano de prevenção, no eixo da prevenção e conseguimos realmente concretizar aquelas ações ”, afirma.
O Plano de Acção Nacional de Prevenção e Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes foi apresentado em 2022.
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