A reportagem “INPS e profissionais das artes: Entre desafios e ganhos” de Dulcina Mendes, foi o trabalho distinguido na categoria de Imprensa.
Na vertente Rádio, Edneia Barros com o trabalho “Evacuação Médica”. Já na Televisão, Lúcio Baptista foi distinguido com a reportagem “Saúde em Questão: O problema das evacuações médicas”.
Foram ainda distinguidos com menção honrosa os jornalistas Edisângela Tavares do jornal Expresso das Ilhas com o trabalho “Novo Salário mínimo entra em vigor enquanto o debate sobre se é suficiente persiste” e Elizabete da Silva Dias com o tema “Abuso sexual infantil”.
O Prémio Nacional de Jornalismo em Protecção Social reconhece o mérito de trabalhos jornalísticos que abordam, com rigor e sensibilidade, temáticas ligadas ao regime contributivo e não contributivo da proteção social em Cabo Verde, contribuindo para a promoção da literacia social, o reforço da cidadania e a valorização dos direitos sociais.
Trata-se de uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), Centro Nacional de Prestações Sociais (CNPS), Associação dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) e Organização Internacional do Trabalho (OIT), através do Projeto ACTION/Portugal.
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