Carlos Veiga agradece apoio do MpD na corrida Presidencial

PorSheilla Ribeiro,18 mai 2021 12:50

O candidato a Presidente da República, Carlos Veiga agradeceu hoje o apoio do Movimento para Democracia (MpD) à sua candidatura. Veiga, que se candidata pela terceira vez ao Palácio do Plateau, frisou ainda que nunca duvidou que teria esse suporte que lhe dá “uma força muito maior” para prosseguir a sua caminhada.

“Senti-me muito honrado por essa decisão vinda do partido que ajudei a fundar a desenvolver e ao qual o povo cabo-verdiano acabou de renovar, por uma clara maioria, a confiança para governar o país”, declarou durante uma conferência de imprensa.

Veiga afirmou que nunca teve receio do MpD não apoiar a sua candidatura e que esta confirmação dá-lhe uma força “muito maior” para prosseguir a sua caminhada.

Entretanto, frisou que o Presidente da República não tem equipas preferidas e que por esta razão estará sempre aberto a acolher apoios de todas as forças políticas e sociais.

“Reafirmo que, enquanto Presidente da República”, serei o porta-voz de todas as cabo-verdianas e cabo-verdianos, sobretudo daqueles que vivem em grandes dificuldades para sustentar as famílias e dos mais desfavorecidos e vulneráveis”, assegurou.

Questionado se os resultados do MpD na diáspora nas legislativas não terão reflexo na sua candidatura, Veiga referiu que há uma diferença entre as duas eleições e que não acha que haja uma ligação directa entre as mesmas.

“Eu tenho as minhas ideias sobre como fazer a campanha nas eleições presidenciais, vamos faze-lo de uma forma muito desconcentrada e utilizando grande número de pessoas, de várias origens, inscritas em diversos partidos, muitos sem partido que eu penso que se podem rever na minha candidatura. Estou confiante”, sublinhou.

Nas suas declarações, disse que estaria satisfeito se país pudesse avançar com o sistema de recenseamento electrónico que, do seu ponto de vista, resolveria a questão de abstenção.

“Eu já estaria bem satisfeito se nós pudéssemos avançar com o sistema de recenseamento electrónico em que as pessoas estariam recenseadas automaticamente. Claro que isso necessita de alguns apuramentos, necessita da colaboração do próprio eleitor. Mas, se nós tivermos uma administração não só eleitoral, mas uma administração que esteja tecnologicamente integrada, penso que será possível criar uma base de dados, será possível criar cadernos eleitorais que saiam automaticamente por mero funcionamento do sistema electrónico integrado que nós precisamos ter”, considerou.

A pandemia, referiu, acaba por ser uma oportunidade para se pensar no recenseamento electrónico. Veiga apontou que é preciso aperfeiçoar cada vez mais o sistema e quando o mesmo estiver preparado se pensar no voto electrónico.

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Autoria:Sheilla Ribeiro,18 mai 2021 12:50

Editado porSheilla Ribeiro  em  15 out 2021 23:21

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