Edição 1034

PorExpresso das Ilhas,22 set 2021 0:01

As entrevistas aos candidatos presidenciais fazem, uma vez mais, a manchete desta edição do Expresso das Ilhas.

Fernando Rocha Delgado e Gilson Alves são os entrevistados desta semana.

Por um lado Fernando Rocha Delgado considera que mesmo sendo o candidato mais pobre, em termos financeiros, é o mais focado e um dos mais fortes na corrida presidencial. Para este cidadão, se vencer as eleições do próximo dia 17, o país também será vencedor por ele ser um “homem de diálogo, equilibrado e com algum grau de sensibilidade”.

Do outro Gilson Alves defende um regime Presidencialista e, caso seja eleito, avançará com uma revisão constitucional. A Nação sob o regime de um “homem-forte”, autoritário, ganhará auto-confiança e irá crescer para além das suas limitações arquipelágicas, promete.

Quando se fala em retoma do turismo em Cabo Verde é obrigatório ouvir o que um dos maiores operadores no sector turístico nacional tem para dizer.

Luís Riu e a irmã Carmen Riu são os líderes da cadeia hoteleira espanhola, fundada em 1953. Diz-se que Carmen é o cérebro e Luís o homem de acção. O grupo tem mais de cem hotéis em quatro continentes e 20 países, seis deles estão em Cabo Verde. E é no arquipélago que estão a iniciar um novo projecto: energias renováveis. Este é o mote para a conversa entre Luís Riu e o Expresso das Ilhas, mas fala-se também da reabertura turística, dos desafios que o sector enfrenta e do que falta ao destino para ser de excelência.

Destaque ainda para a situação da justiça.

No ano judicial 2020/21 os Tribunais registaram uma redução das pendências na ordem dos 14% em relação ao ano 2019/20, representando uma redução de 1.440 processos. Dos 10.188 processos que ficaram pendentes, 4.580 são do Tribunal da Praia e 1.583 do Tribunal de São Vicente.

Outro tema em destaque nesta edição é a redução, anunciada pelo governo, do IVA cobrado nas facturas da água e da luz. O objectivo é mitigar o impacto de mais de 30% do aumento das tarifas daqueles dois bens, mas a verdade é que ao reduzir o imposto cobrado o Estado vai receber menos 600 mil contos em impostos.

De destacar, também, a questão do serviço da dívida pública. É a factura a pagar pelos empréstimos para fazer face à pandemia. O serviço da dívida, em 2022, vai aumentar em 9 milhões de contos, como avançou o ministro das finanças, o que invalida, por exemplo, qualquer aumento salarial para a função pública.

A ler, igualmente, a opinião de Maria de Lourdes Jesus com 'Recordando Miguel João Fortes'.

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Autoria:Expresso das Ilhas,22 set 2021 0:01

Editado porAndre Amaral  em  19 out 2021 19:19

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