Fogo: Grávida encaminhada da Brava para hospital regional deu à luz a bordo do navio Praia d´Aguada

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,18 jun 2020 7:20

Uma jovem da Brava encaminhada esta quarta-feira, de urgência, para o hospital regional São Francisco de Assis, por a gravidez ser considerada de risco, deu à luz a bordo do navio, cerca de 20 minutos antes de chegar ao porto.

A jovem com idade entre os 19 e 20 anos foi encaminhada pelas autoridades sanitárias da Brava e estava acompanhada de um enfermeiro e, segundo alguns passageiros, o parto terá decorrido com alguma tranquilidade.

Logo após a chegada do navio Praia d´Aguada ao Vale dos Cavaleiros, a paciente foi conduzida de ambulância, que já estava à sua espera, ao hospital regional São Francisco de Assis.

No entanto, os passageiros da ilha Brava criticaram a demora do navio em atracar no porto, já que esteve perto de uma hora ao largo, à espera que um barco de combustível desocupasse um dos cais comerciais para permitir a entrada do Praia d´Aguada.

João Paulo, passageiro da ilha Brava, disse à Inforpress que antes da partida, as autoridades na Brava comunicaram a situação e pediram que o porto fosse liberado para permitir a entrada do navio, mas mesmo assim quando a Praia d´Aguada chegou teve que esperar mais de 50 minutos.

Este indicou que a jovem deu à luz antes de o barco chegar à ilha do Fogo, mas apesar disso ficou cerca de uma hora à espera para que o navio atracasse, observando que o barco de combustível só abandonou o cais depois de Praia d´Aguada ter chegado a Vale dos Cavaleiros.

Quando às medidas sanitárias tomadas quer na Brava quer no porto de Vale dos Cavaleiros disse que estão correctas, mas sublinhou que “não é admissível” que um barco com passageiros e com uma situação e de emergência, chegue num porto e fica durante uma hora à espera que um barco de combustível saia para poder atracar.

Além dos passageiros da Brava, num total de mais de 10, no Praia d´Aguada estavam outros 10 passageiros vindos da Cidade da Praia e que são pessoas que foram repatriadas dos Estados Unidos da América e que passaram mais de duas semanas em quarentena obrigatória.

O porto de Vale dos Cavaleiros tem dois cais comerciais e ambos estavam ocupados, sendo um pelo navio de combustível e outro por um navio que estava a descarregar ferro e cimento.

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,18 jun 2020 7:20

Editado porSara Almeida  em  5 jul 2020 6:19

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