Os detidos foram apresentados ao Ministério Público, suspeitos de diferentes crimes. Quatro por brigas na via pública, dois por ofensas à integridade física e quatro por roubo contra pessoa. Também ocorreram detenções por posse ilegal de arma branca, posse ilegal de arma de fogo, dano, condução ilegal e desobediência ou resistência à autoridade.
Madelino da Luz, Comandante Regional Adjunto de São Vicente, falava durante a conferência de imprensa de balanço, realizada esta segunda-feira, no Centro de Comando da ilha.
“Houve claramente uma redução dos registos comparativamente ao carnaval 2025”, afirma.
Regista-se também um caso de afogamento ocorrido este domingo. A vítima encontra-se internada no HBS, nos cuidados intensivos.
Durante a execução do plano de segurança, a PN abordou 365 pessoas na via pública e revistou 232. Vinte e oito indivíduos foram conduzidos às unidades policiais para identificação e averiguações.
Nas esquadras, foram registadas 13 denúncias: quatro por roubo contra pessoa, sete por furto e duas por ofensas à integridade física.
A Polícia Nacional considera o balanço positivo. Segundo Madelino da Luz, não houve registo de situações graves, tendo em conta a dimensão do Carnaval.
“As situações ocorridas são consideradas normais, atendendo à envergadura deste evento e aos milhares de pessoas que participaram nas diversas actividades carnavalescas durante esse período”, refere
Durante as operações foi apreendida uma arma de fogo com carregador e sete munições, além de três armas brancas, réplicas de pistolas, dois telemóveis, produtos presumivelmente estupefacientes, uma balança de precisão, peças em ouro e prata, mais de 83 mil escudos e outras quantias em moeda estrangeira.
Foram fiscalizados 280 veículos, 25 acabaram apreendidos por diversas infracções. A polícia realizou 15 testes de alcoolemia, que resultaram em três detenções por condução sob efeito de álcool. Foram aplicadas 10 coimas, num total de 125 mil escudos.
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