Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), após o primeiro interrogatório judicial foram aplicadas diferentes medidas de coacção aos arguidos, em conformidade com o requerido pelo Ministério Público.
O suspeito de 32 anos, pescador, indiciado pela alegada prática de um crime de abuso sexual de crianças, na forma agravada, ficou em prisão preventiva.
Já o arguido de 56 anos, professor, suspeito da prática de um crime de violência baseada no género, na forma continuada e agravada, ficou sujeito às medidas de apresentação semanal na esquadra policial, proibição de contacto com a vítima e obrigação de permanência na ilha de Santiago.
Ao terceiro arguido, de 82 anos, indiciado por um alegado crime de agressão sexual de menor, foi igualmente aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
De acordo com a PGR, os processos continuam em fase de investigação e permanecem sujeitos a segredo de justiça.
As autoridades sublinham que a divulgação destas informações decorre dos princípios da transparência e da publicidade, sem prejuízo da presunção de inocência dos arguidos até eventual decisão judicial transitada em julgado.
Foto: depositphotos
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