Tutela acredita que Santo Antão tem agora melhores cuidados de saúde

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,6 abr 2018 7:48

Arlindo do Rosário, ministro da Saúde
Arlindo do Rosário, ministro da Saúde

​Santo Antão tem maior capacidade de resposta a nível de prestação dos cuidados de saúde graças aos investimentos realizados, nos últimos dois anos, pelo Governo, a nível de infra-estruturas e recursos humanos.

A convicção é do ministro da Saúde e Segurança Social, Arlindo do Rosário, expressa durante o acto de abertura das primeiras jornadas de saúde em Santo Antão, que começaram ontem e decorrem durante três dias, na cidade do Porto Novo, numa iniciativa da região sanitária desta ilha, em saudação ao seu terceiro aniversário.

“Nos últimos 24 meses, o Ministério da Saúde (MS) efectuou diversas intervenções no sentido de dotar a ilha de maior capacidade de resposta em termos de prestação dos cuidados de saúde. Elaborámos o Plano de Desenvolvimento Sanitário da região sanitária (2017/2021) e dotámos esta região de um director, em regime permanente”, avançou Arlindo do Rosário.

O MS, segundo o governante, investiu ainda na rede de infra-estruturas em povoados como Lombo Branco, Chã de Pedras, Fajã de Janela, além de melhorias dos serviços de estomatologia no Hospital Regional e centro de saúde do Porto Novo.

A nível de recursos humanos de saúde, segundo Arlindo do Rosário, foi reforçado “o capital humano em termos de números e de especialistas”, sobretudo em pediatras, gineco-obstetras e enfermeiros.

O município do Paul passou a dispor, pela primeira vez, de dois médicos a tempo inteiro e beneficia agora de uma ambulância, enquanto no Porto Novo foi instalado um serviço de telemedicina.

O acto de abertura das primeiras jornadas de saúde em Santo Antão, que assinalam os três anos de criação da região sanitária, foi presidido pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, que realçou o alcoolismo como tema central destas jornadas, em que vai ser lançada, sábado, a campanha “Menos álcool, mais vida”, numa iniciativa do Presidente da República.

Jorge Santos referiu-se à esta problemática como “um grande flagelo nacional”, com alta prevalência em todas as ilhas e em “alguma emigração”, exortando as autoridades a travarem um “combate consistente e persistente” contra esse “problema de saúde pública” que tem todo “elevados custos” para o Estado e para as famílias.

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,6 abr 2018 7:48

Editado porPaulo  em  13 nov 2018 3:23

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