“Em princípio, estamos a apontar que este ano, Setembro, Outubro, para que possamos ter a obra terminada, equipada, para podermos dar e facultar a São Vicente uma infraestrutura de grande qualidade”, assegura.
Em Outubro de 2024, o Governo disponibilizou, por ajuste directo, mais de 241 mil contos para a conclusão do projecto, iniciado em 2019 e com um prazo de execução de 18 meses.
Ulisses Correia e Silva nega que tenha havido derrapagem das obras, inicialmente orçadas em 250 mil contos.
“Não é derrapagem, tivemos que fazer ajustamentos porque introduziram-se novas valências ao longo da execução da obra, que acabou por aumentar também o seu custo. Infelizmente, teve aquele período da paragem que nós todos conhecemos, não foi algo que nós desejávamos ou que fizemos para que acontecesse, teve a ver também com o financiador, teve a ver também com a necessidade de fazer uma reapreciação do próprio projeto”, garante.
O edifício, que ocupa uma área de 1.600 metros quadrados, irá abranger diversos serviços como oncológicos, doenças crónicas, oftalmologia, entre outras valências médicas e administrativas.
Para o chefe do Governo, o reforço dos serviços de saúde em São Vicente tem impacto directo na melhoria da qualidade dos cuidados prestados à população local e ao nível da região norte do país.
“Porque vai permitir com que possamos dotar São Vicente de infraestruturas muito boas, tecnologicamente bem aperfeiçoadas, modernas e permitir aquilo que é mais importante, melhoria dos serviços aos utentes, aos cidadãos de São Vicente, mas da região norte do país e do resto do país, porque nós somos um país de ilhas e temos que ter interconectividades e comunicações também no sector da saúde. Estaremos aqui a dar um salto muito positivo”, afirma.
O Primeiro-Ministro está em São Vicente para uma visita às obras e estruturas de saúde, acompanhado pelo novo ministro da Saúde.
Além da Central de Consultas Ambulatoriais, o chefe do governo visitou,esta manhã, as obras de construção da nova maternidade do Hospital Dr. Baptista de Sousa, executadas numa parceria com o governo Chinês, o Centro de Terapia Ocupacional de Ribeira de Vinha, bem como aos serviços de TAC, Hemodiálise e à futura Central de Oxigénio.
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