Segundo comunicado da Procuradoria-Geral da República (PGR), as medidas de coacção foram aplicadas após o primeiro interrogatório judicial de arguido detido, na sequência de diligências conduzidas pelo Departamento Central de Ação Penal.
No âmbito da investigação, foram realizadas buscas domiciliárias às residências de três suspeitos, sendo um antigo presidente da Câmara Municipal da ilha, um antigo secretário da referida edilidade e um empresário local.
De acordo com a PGR, as diligências culminaram na apreensão de elementos de prova considerados relevantes, que reforçam os indícios da prática dos crimes de corrupção activa e passiva, tráfico de influência, peculato, abuso de confiança, falsificação de documento, violação de princípios e regras de contratação pública e abuso de poder, todos previstos e punidos pela legislação penal nacional.
Em consequência, o Ministério Público ordenou a detenção dos três suspeitos, que foram posteriormente presentes ao juiz para primeiro interrogatório judicial.
As diligências contaram com a coadjuvação da Procuradoria da Comarca da Brava e da Polícia Nacional, através da respectiva esquadra local.
Conforme o comunicado, o processo encontra-se em investigação e permanece em segredo de justiça.
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