Artigos sobre Palco
A vida “dupla” do músico cabo-verdiano e a força do palco
Na sua aceção mais ampla, o conceito de músico enquanto objetivo sociológico define-se como o ator que, na sua interação com o contexto social e através da arte musical, compõe, toca, domina e interage com um instrumento qualquer, de forma mais ou menos profunda, permanente e sistemática, canta e arranja, seja a título profissional, semiprofissional ou por hobby, podendo, todavia, ter ou não formação académica.
Quando a arte dá voz à inclusão social
Em Cabo Verde, a arte tem-se afirmado como um poderoso instrumento de inclusão social, capaz de quebrar preconceitos e abrir caminhos para que pessoas com deficiência possam expressar talentos, emoções e capacidades, seja através da dança em cadeira de rodas, da pintura ou do teatro. A experiência do bailarino Flávio Gomes e o trabalho realizado pelo Mon na Roda, Colmeia, Acarinhar e Acrides demonstram-no.
O ego do músico cabo-verdiano
A música cabo-verdiana, na sua dimensão identitária e enquanto vigorosa ferramenta de integração, comunicação e expressão,é o resultado do encontro de culturas de diferentes grupos europeus e africanos nas ilhas então despovoadas e carateriza-se, essencialmente, pela sua dimensão sincrética, diversidade e plasticidade ditadas, aliás, pela vocação geográfica e atlântica do arquipélago, bem como pelas suas dinâmicas intrínsecas e extrínsecas, que interagem e confluem, em torno de um campo musical heterogéneo e expressivo.
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