ESAD preparada para receber o ano lectivo no contexto da pandemia

PorSheilla Ribeiro,15 out 2020 11:58

A directora do agrupamento 1, que engloba a Escola Secundária Abílio Duarte (ESAD) e a Escola Primária 13 de Janeiro, garante que estão criadas todas as condições mínimas de segurança sanitária para o regresso das aulas em tempos de pandemia da COVID-19.

Ângela Varela falava aos jornalistas à margem de uma acção de formação sobre lavagem das mãos, promovida pelo Instituto Nacional de Saúde Pública e dirigida às serventes e cozinheiras das escolas das zonas do Palmarejo e Terra Branca. O evento aconteceu no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Lavagem das Mãos, assinalado hoje, 15 de Outubro, e este ano sob o lema “Higiene Para Todos”.

“Acreditamos que já temos as condições mínimas para acolher os nossos alunos e professores, nas casas de banhos, que é uma das preocupações de todas as escolas. Hoje temos todas as casas de banhos reabilitadas e temos também recipientes para sabão em líquido e papel, já que temos de evitar usar toalhas”, disse.

O agrupamento, diz ainda Ângela Varela, pensou na instalação de lavatórios comunitários, tudo para evitar as aglomerações dentro das casas de banho. Isso porque a ESAD tem 1625 alunos e a Escola 13 de Janeiro, 920 alunos.

“Criamos um plano de contingência para o agrupamento 1, no sentido de junto com os funcionários de apoio operacional, mais professores e colaboração de pais e encarregados de educação, podemos pôr em prática e tentar minimizar os danos causados pela COVID-19, principalmente na educação e assim criar condições mínimas para que possamos avançar na nossa caminhada”, afirmou.

Por sua vez, a responsável da área de prevenção e comunicação de risco do INSP, Argentina Fortes, avançou que a maioria das escolas da Praia, já tem um dispositivo de lavagem das mãos. Por isso, o INSP organizou a sessão de esclarecimento para ajudar na diminuição de risco de transmissão da COVID-19, para toda a comunidade educativa principalmente cozinheiras e serventes.

“Porque são as pessoas que normalmente têm mais contactos com os alunos e professores. Queremos demonstrar não só para a comunidade educativa, mas também para toda a população cabo-verdiana que esta doença é uma responsabilidade de todos nós, que cada um de nós deve fazer a nossa parte”, frisou.

Segundo Argentina Fortes, o INSP conta com parceiros como o Serviço de Acção Escolar e a OMS, que está a ajudar a distribuir, a algumas escolas com maior carência, álcool gel, sabão líquido e lavatórios.

Recorde-se que, contrariamente a outros pontos do arquipélago, o Governo decidiu adiar o início das aulas presenciais, no município da Praia, para depois de 31 de Outubro, devendo todas as escolas passar por um processo de vistoria para avaliação das condições sanitárias por causa da COVID-19.

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Autoria:Sheilla Ribeiro,15 out 2020 11:58

Editado porSara Almeida  em  26 out 2020 9:19

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