As declarações foram feitas aos jornalistas após a formalização da candidatura da lista de Santiago Sul, ocasião em que o líder do PAICV assumiu também a condição de cabeça de lista e candidato a primeiro-ministro.
“Eu sigo a lei. Eu, na substituição da Câmara da Praia vou fazer tão somente aquilo que a lei determina, a lei é clara nesta matéria”, afirmou.
No que respeita ao enquadramento legal invocado, o Código Eleitoral (artigo 404º) estabelece um conjunto de inelegibilidades em que incluem-se os presidentes e vereadores de câmaras municipais no círculo eleitoral onde exercem actividade, bem como membros de comissões instaladoras de municípios, pessoal técnico e administrativo de missões diplomáticas e consulares, ministros de culto e governadores civis ou equiparados.
Segundo o líder doPAICV, a proposta política apresentada pretende recolocar o país na linha de desenvolvimento, garantindo que os cidadãos sintam o impacto nas suas vidas, nas suas casas, nos seus bolsos.
“Estamos juntos para resgatar Cabo Verde junto com uma equipa que está disponível a trabalhar, a dar tudo de si para podermos resgatar o nosso país e colocá-lo no mundo de desenvolvimento”, declarou.
Francisco Carvalho afirmou ainda que o partido sente, no contacto directo com a população, sinais de apoio à sua candidatura.
“Nós estamos preparados e vamos trabalhar e sentimos nas ruas que vamos ganhar as eleições. É o que o povo nos diz”, disse, sustentando que o partido procura manter-se alinhado com as preocupações dos cidadãos.
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