​Presidente quer todos envolvidos no reforço da liberdade de imprensa

PorAilson Martins, Rádio Morabeza,3 mai 2018 14:43

É preciso ser crítico, corrigir aquilo que não está bem e trabalhar para aprimorar e avançar nos níveis da liberdade de imprensa.É este o apelo do presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, neste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O chefe de Estado considera que a liberdade de imprensa é uma questão sensível que deve ser cuidada.

"E sendo uma jarra sensível, corre sempre o risco de sofrer danos de qualquer tipo de investida e, por isso, devemos cuidar dela e sermos críticos, isso é importante. Mesmo que as avaliações feitas por instâncias sobre o estado da democracia e liberdade de imprensa sejam boas ou muito boas, com avanços e com recuos, devemos ambicionar sermos mais livres desse ponto de vista também e, trabalhemos para aprimora e avançar nos níveis da liberdade de imprensa", defende.

O Presidente da República lembra que quanto maior for a liberdade de imprensa, mais sólido é o Estado de direito democrático. Por isso, diz Jorge Carlos Fonseca, é preciso o contributo de todos.

"A liberdade de imprensa é um pilar fundamental do estado de e da democracia. Quanto maior for a liberdade de imprensa, mais sólido o Estado de direito e, mais sólido a democracia. Portanto, neste dia apelo a todos os titulares dos órgão do poder político, começando pelo presidente, os governantes, os deputados, os autarcas, os jornalistas, as suas associações, as instancias da sociedade civil, que trabalhem cada um ao seu modo e de acordo com a sua visão e sensibilidade, para que a liberdade de imprensa seja cada vez mais alargada e mais forte”, apela.

Por seu lado, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos entende que a imprensa Cabo-verdiana tem tido uma evolução muito positiva, defendendo que é preciso um olhar à qualidade da comunicação social nacional.

“Interpelamos a nós políticos no sentido de criar um melhor ambiente institucional e um melhor ambiente para o exercício pleno e livre da comunicação social, mas também, exigir, não só da classe, mas também dos poderes públicos um olhar para qualidade e para formação do profissional da comunicação social, não só a nível nacional mas também nesse exercício de ligação com a nossa diáspora”, entende.

As declarações foram proferidas hoje, na cidade da Praia, à margem do Seminário “Parlamento Moderno, Abertura à Sociedade Civil e Consciencialização da Igualdade de Género” organizado pelo Secretariado Geral da Assembleia Parlamentar da Francofonia e pela Assembleia Nacional de Cabo Verde.

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Autoria:Ailson Martins, Rádio Morabeza,3 mai 2018 14:43

Editado porFretson Rocha  em  14 nov 2018 3:23

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