O presidente do partido, António Monteiro, lamenta a situação actual da companhia e lamenta a falta de assumpção de responsabilidades da parte dos governos e gestores da transportadora aérea nacional.
“Aqui o que deveria ser feito, imediatamente, era demissão ou do ministro da Economia e Transportes ou de todo o conselho de administração dos transportes aéreos de Cabo Verde, porque há um ano, quando se assinou o contrato de gestão com a Icelandair, depois de tanto sigilo e secretismo, e por parte do governo uma grande euforia a dizer que ‘vamos resolver o problema’, a verdade é que não resolveram”, sublinha.
Desde 1 de Julho que a TACV enfrenta sérias dificuldades em assegurar as ligações áreas para os aeroportos onde opera, por causa da falta de aviões. Ontem, a empresa nacional foi proibida de utilizar os aeroportos italianos de Roma e Malpensa, pela entidade reguladora de aviação civil italiana, suspensão hoje levantada.
A UCID crítica o silêncio do MpD sobre a situação e lembra a postura do partido em 2015, quando ainda era oposição.
“Nós temos que lembrar que por muito menos, em 2015, quando o Boeing foi arrestado na Holanda, veja qual foi o alarido que nós fizemos, digo nós a oposição, a UCID e o MpD. Agora, com um efeito negativo muito acentuado, que é o cancelamento de várias dezenas de voos, o MpD esqueceu-se de 2015. Na oposição tem uma postura e na situação tem outra completamente diferente. Isso só demonstra uma falta de respeito para com a população”, afirma.
Num comunicado divulgado no final da manhã de hoje, a Agência de Aviação Civil anunciou que autoridade Aeronáutica Italiana já emitiu uma autorização especial para a Cabo Verde Airlines operar para a Itália nos próximos dias.
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