Destaques da edição 970

PorExpresso das Ilhas,1 jul 2020 0:32

Nesta edição, o Expresso das Ilhas destaca o orçamento rectificativo: Mais 2 milhões de contos e prioridade para a saúde. A crise sanitária traduziu-se num choque negativo para a actividade económica global e Cabo Verde não ficou imune à crise.

Dados do governo apontam para uma queda do PIB real, numa variação entre -6,8% a -8,5%, perda de investimento num intervalo de -7,7% a -9,4% e a subida do desemprego para os 19,20%. Esta terça-feira, o orçamento rectificativo foi entregue no Parlamento e será votado na próxima semana.

COVID-19: Situação no Sal estacionária. 220 casos desde o início do mês, 470 pessoas em quarentena domiciliária, mas a pandemia, para já, não está a sufocar as infra-estruturas da ilha mais turística de Cabo Verde, como disse ao Expresso das Ilhas o Director Nacional de Saúde. A saúde pública e todas as actividades de suporte à actividade são também as prioridades da autarquia salense.

Ainda os efeitos da pandemia: Desafios e eficiência do ensino à distância. O confinamento imposto pela pandemia do novo coronavírus suspendeu aulas em escolas, universidades e outras instituições de ensino em Cabo Verde e em todo o mundo por um período indeterminado. A alternativa encontrada foi disponibilizar aos alunos conteúdos das aulas através de meios digitais.

Também sobre o coronavírus: Seis mortes em menos de uma semana. Cabo Verde registou esta terça-feira o 15º óbito relacionado com a COVID-19. Numa semana em que se registaram, desde a passada terça-feira, 242 novos casos de infecção.

Trabalhadores turísticos apreensivos. Em lay-off ou desempregados, os trabalhadores do turismo querem regressar ao activo mas não antecipam dias fáceis.

Joaquina Almeida, presidente da UNTC-CS: “Principal objectivo do primeiro lay-off não foi atingido”. Entra esta quarta-feira em vigor, por um período de três meses, o segundo lay-off simplificado, mais uma medida do governo para mitigar os efeitos da crise económica provocada pela pandemia da COVID-19. Para a presidente da UNTC-CS, Joaquina Almeida, se o principal objectivo desta medida foi ajudar as empresas em dificuldades por forma a evitar despedimentos, tal objectivo não foi alcançado “em boa parte das empresas devido às condições impostas que são ausência de dívidas para com o INPS e para com o Fisco”.

No interior, a opinião de Amadeu Barbosa, Serviços públicos vs. Regionalização invertida; de Manuel Brito-Semedo, Como vivi o 5 de Julho de 1975; e de Sónia Morais, Santa Maria.

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Autoria:Expresso das Ilhas,1 jul 2020 0:32

Editado porDulcina Mendes  em  12 jul 2020 8:19

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