75% dos cabo-verdianos aceitam o aborto quando a saúde da mulher está em risco, mas só 27% quando a gravidez não é desejada

Três quartos dos cabo-verdianos consideram justificável a interrupção da gravidez quando a vida ou a saúde da mulher está em risco, mas a percentagem cai para 59% nos casos de violação ou incesto, 36% por dificuldades económicas e 27% quando a gravidez é indesejada por qualquer motivo, segundo um estudo da Afrobarometer sobre as perceções dos cidadãos em relação à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos publicado hoje.

Edição 1299

Expresso das Ilhas

Destaque de manchete na edição desta semana para a entrevista com o Bastonário da Ordem dos Advogados de Cabo Verde.

pub.
pub.
pub.

Populares